Resenha: Os diários de Andy Warhol na Netflix

Estreou ontem na Netflix o documentário em forma de minissérie de seis episódios baseado no livro "The Andy Warhol Diaries", o diário que Andy começou a escrever nos anos 1970.


Andy ligava todos os dias para Pat Hackett, sua amiga e escritora, e relatava os acontecimentos das suas últimas 24 horas: onde tinha ido, o que tinha feito, quem tinha visto e o que tinha pensado. Pode ter começado despretensiosamente, mas transformou-se num relato sincero e escancarado, e ainda, razão de inúmeros processos, pois conta detalhes da vida não só de Warhol mas de diversas celebridades, tais como: Mick Jagger, Ronald Reagan, Truman Capote, John Lennon e Yoko Ono, Fellini, Pelé, Jack Nicholson e Madonna.


A versão original do livro foi publicada por Pat dois anos depois da morte de Warhol e tem cerca de 800 páginas. Há também a edição pocket.


Os diários de Andy Warhol, editado por Pat Hackett

O documentário conta com uma série de relatos de seus contemporâneos e fala muito sobre as origens de Andy, sua infância pobre e como começou a vida de artista em Nova York, e ainda se aprofunda em detalhes sobre a trajetória do artista que são pouco comentados, como seu longo relacionamento com o designer de interiores Jed Johnson e seu trabalho na Interview Magazine.


A produção conta com o próprio Warhol como narrador, cuja voz foi recriada por meio de inteligência artificial. E é uma delícia ouvir a voz dele!


Uma verdadeira sopa cheia de detalhes para os fãs de carteirinha.


Confira o trailer oficial da produção:



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