A era da criptoarte: um resumo

Atualizado: 14 de jan.

Os NFTs tem revolucionado o universo das artes e a sua invasão tem gerado várias dúvidas. Neste post, vamos falar sobre algumas delas.


Para começar, nem toda arte digital é um NFT.


NFTs (Non Fungible Tokens) são arquivos digitais únicos, que podem ser de imagem, áudio, vídeo, obras físicas (e até tweets!).


Para obter um NFT, é preciso adquirir um certificado digital exclusivo através da tecnologia blockchain, que é uma database digital cujas transações não precisam ser verificadas por uma autoridade central, como bancos ou governos, já que são consideradas impossíveis de alterar, hackear ou corromper.


Uma das coisas mais surpreendentes sobre os NFTs é que o seu crescimento está se tornando uma grande preocupação ambiental. As transações em blockchain são feitas em moedas digitais, cujas informações são armazenadas em computadores, e não na nuvem. E as fazendas de bitcoins estão se alastrando de forma exponencial, consumindo espaço e energia.

Mês passado foi comercializado o NFT mais caro vendido até agora, a obra de arte The Merge, do artista Pak, por US$91,8 milhões; se tornando também a obra de arte mais cara vendida por um artista vivo.




Uma das coisas mais interessantes sobre a criptoarte são os royalties, o que significa que mesmo que o NFT seja revendido, o artista fica com uma porcentagem (comumente 10%, mas definida pelo próprio artista), podendo gerar uma renda ininterrupta.


Nós aqui vamos torcer para que o mercado de arte criptográfica continue crescendo e se expandindo, mas com responsabilidade ambiental sempre.





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